Branding – Branding & Digital https://lepera.com.br Mon, 08 Dec 2025 16:12:31 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://lepera.com.br/wp-content/uploads/2020/03/cropped-icone-150x150.png Branding – Branding & Digital https://lepera.com.br 32 32 O movimento que a sua marca precisa em 2026 https://lepera.com.br/2025/12/08/o-movimento-que-a-sua-marca-precisa-em-2026/ https://lepera.com.br/2025/12/08/o-movimento-que-a-sua-marca-precisa-em-2026/#respond Mon, 08 Dec 2025 15:39:45 +0000 https://lepera.com.br/?p=3503 O movimento que a sua marca precisa em 2026 Sabe aquela sensação de estar parado enquanto o mundo gira? É exatamente assim que muitas marcas terminam 2025: esperando o momento perfeito, a ideia revolucionária, o orçamento ideal. E enquanto isso, o mercado não para.  Aqui na Le Pera, passamos o ano todo observando um padrão […]

O post O movimento que a sua marca precisa em 2026 apareceu primeiro em Branding & Digital.

]]>
O movimento que a sua marca precisa em 2026

Sabe aquela sensação de estar parado enquanto o mundo gira? É exatamente assim que muitas marcas terminam 2025: esperando o momento perfeito, a ideia revolucionária, o orçamento ideal. E enquanto isso, o mercado não para. 

Aqui na Le Pera, passamos o ano todo observando um padrão curioso: marcas que pensam demais e agem de menos. Ou, no extremo oposto, marcas que se movimentam sem direção, gastando energia (e orçamento) em ações que não constroem nada duradouro. 

E como nós acreditamos na importância do movimento com estratégia e também estamos passando por um momento de rebranding, que em breve ficará visível a todos, foi dessa inquietação que nasceu nossa nova tríade. Uma filosofia que resume tudo o que acreditamos sobre como construir marcas relevantes: Pensar. Mover. Marcar.

 

Pensar

  • Antes de qualquer movimento, existe uma pergunta essencial: para onde estamos indo?
  • Pensar é mergulhar fundo em pesquisas, análises de mercado, comportamento do consumidor. 
  • É entender quem você é e, principalmente, quem você quer se tornar. 
  • E nós podemos afirmar: estratégia não engessa, liberta. 

 

Mover

Ter um plano brilhante guardado na gaveta não constrói marca. É preciso movimento. E o movimento, aqui, significa muito mais do que postar nas redes sociais.

Mover é lançar aquele produto que está “quase pronto” há meses. É fazer o rebranding que todo mundo sabe que precisa acontecer. É reposicionar sua marca para conversar com quem realmente importa. É ter coragem de aparecer, de ocupar espaço, de gerar conversa.

O mercado pertence a quem se mexe. Não aos perfeitos, mas aos corajosos o suficiente para dizer: “Ei, estamos aqui e queremos conversar com você”!

 

Marcar

Agora vem a parte que separa marcas comuns de marcas memoráveis: marcar presença na vida das pessoas.

Não estamos falando só de impressões ou visualizações. Estamos falando de gerar desejo, criar reconhecimento, de construir uma marca que as pessoas escolhem e recomendam. 

Awareness sem conversão e conversão sem construção de marca são insustentáveis. E marcar é fazer as duas coisas ao mesmo tempo: vender hoje enquanto constrói o amanhã. É ser a marca que vem à mente quando surge a necessidade. É transformar audiência em comunidade, e comunidade em embaixadores.

 

2026 está batendo na porta

Se você termina este ano com a sensação de que sua marca poderia estar em outro patamar, você está certo. E a boa notícia? O próximo ano é uma página em branco esperando por movimento.

Grandes marcas não nascem de um insight genial, salvo raras exceções.

Elas são construídas, tijolo por tijolo, com estratégia e muita, mas muita execução.

Por isso preferimos pensar com profundidade, mover com estratégia e marcar com consistência. Porque é daí que vem o resultado. 

Então, que tal sua marca ser aquela que, daqui a 12 meses, todo mundo percebe que evoluiu, conquistou espaço e finalmente se tornou impossível de ignorar?

 

Vamos conversar. Vamos pensar juntos. Vamos fazer sua marca se mover. E, principalmente, vamos fazer ela marcar 2026 de um jeito que ninguém esqueça.


Escrito por:
Stefania Ricciulli, Head de Branding na Le Pera e mãe de trigêmeos.

O post O movimento que a sua marca precisa em 2026 apareceu primeiro em Branding & Digital.

]]>
https://lepera.com.br/2025/12/08/o-movimento-que-a-sua-marca-precisa-em-2026/feed/ 0
A brasilidade volta a pulsar https://lepera.com.br/2025/11/17/a-brasilidade-volta-a-pulsar/ https://lepera.com.br/2025/11/17/a-brasilidade-volta-a-pulsar/#respond Mon, 17 Nov 2025 22:13:58 +0000 https://lepera.com.br/?p=3488 A brasilidade volta a pulsar Nos últimos dias, me deparei com o novo relatório Tá Quente Brasil 2025, da FutureBrand. E, enquanto lia, uma pergunta não saía da minha cabeça: por que, mesmo diante de tantos desafios socioeconômicos, o Brasil continua encontrando novas formas de se apaixonar por si mesmo? O estudo mostra que, apesar […]

O post A brasilidade volta a pulsar apareceu primeiro em Branding & Digital.

]]>
A brasilidade volta a pulsar

Nos últimos dias, me deparei com o novo relatório Tá Quente Brasil 2025, da FutureBrand. E, enquanto lia, uma pergunta não saía da minha cabeça: por que, mesmo diante de tantos desafios socioeconômicos, o Brasil continua encontrando novas formas de se apaixonar por si mesmo?

O estudo mostra que, apesar das crises, tensões e contradições, existe uma força identitária emergindo, uma vontade coletiva de reafirmar o que é ser brasileiro. E não é só “orgulho nacional” superficial, é um movimento cultural, criativo e afetivo. O Brasil voltou à moda, literalmente e simbolicamente. E isso transcende futebol e carnaval, nossos eternos clichês e assinaturas para o mundo. 

Basta lembrar tudo o que aconteceu recentemente com a corrida do filme Ainda estou aqui ao Oscar e a mobilização nacional em torno da Fernanda Torres. A comoção, os memes, as torcidas espontâneas, até o hate nos oponentes. Tudo isso mostrou um Brasil que se reconhece na sua arte, nas suas narrativas, nos seus rostos. Um Brasil que quer se ver e ser visto no mundo.

Outro ponto levantado pelo estudo é emblemático: o brasileiro é, antes de tudo, engajado. Nem sempre cordial, mas profundamente participativo. O País descobriu que tem nas mãos um poder coletivo online capaz de movimentar conversas em ritmo acelerado. A polarização nas redes faz aflorar conflitos culturais, políticos e cotidianos, mas também cria ondas de mobilização únicas.

Para as marcas, isso não é um detalhe, é um sinal claríssimo de que o Brasil é um dos mercados mais conversacionais do mundo, onde comunicar ultrapassa o informar: é provocar, ouvir, dialogar, participar.

Comunidades: oportunidade estratégica

Outro dado que me chamou atenção no relatório foi que, segundo a Agência Brasil, o número de brasileiros que moram sozinhos cresceu 52% em 12 anos, chegando a 18% da população. E, paradoxalmente, quanto mais as pessoas vivem sozinhas, maior a busca por vínculos afetivos, amizades significativas e espaços de reconexão, seja no online ou no físico.

Isso se traduz em comportamentos: mais grupos, mais encontros, mais coletividade. Mais “nós”.

E para o branding, esse é um território fértil: marcas que criam comunidade sabem que as pessoas querem pertencer. E o Brasil, país historicamente relacional, responde a isso de forma muito mais intensa que outros mercados.

Um país que se ancora no simbólico

O estudo também aponta a força da espiritualidade como parte da identidade brasileira contemporânea. Não à toa, 18 milhões de viagens no País são motivadas pela fé, movimentando cerca de R$15 bilhões por ano. O sucesso de movimentos como o Legendários, o boom de igrejas neopentecostais, o crescimento de conteúdos como “Café com Deus Pai”, tudo isso revela algo importante: o Brasil contemporâneo quer, ao mesmo tempo, reforçar tradições e questioná-las. Um paradoxo muito nosso. Uma busca por conexão, significado e pertencimento. 

E o que tudo isso significa para o marketing e o branding?

Uma das principais reflexões que tiro desse relatório é algo óbvio que às vezes é esquecido: o Brasil não precisa copiar o que funciona lá fora. Claro, tendências globais importam e sempre vamos acompanhar, mas somos um país continental, criativo, híbrido, contraditório e profundamente expressivo.

Criamos nossas próprias referências, símbolos, narrativas e, principalmente, criamos nossas próprias conversas. Somos o país do meme, da mobilização coletiva, da festa e da fé, do afeto e da polêmica.
E para quem cria branding e posicionamento, como nós na Le Pera, isso traz um lembrete valioso: no Brasil, marcas relevantes e desejadas não falam para as pessoas, falam com as pessoas.


Escrito por:
Stefania Ricciulli, Head de Branding na Le Pera 

O post A brasilidade volta a pulsar apareceu primeiro em Branding & Digital.

]]>
https://lepera.com.br/2025/11/17/a-brasilidade-volta-a-pulsar/feed/ 0
A Importância da Pesquisa no Desenvolvimento de Marcas https://lepera.com.br/2025/10/21/a-importancia-da-pesquisa-no-desenvolvimento-de-marcas/ https://lepera.com.br/2025/10/21/a-importancia-da-pesquisa-no-desenvolvimento-de-marcas/#respond Tue, 21 Oct 2025 22:18:23 +0000 https://lepera.com.br/?p=3478 A Importância da Pesquisa no Desenvolvimento de Marcas Em um mercado saturado e hiperconectado, onde a atenção do consumidor é um recurso escasso, o Branding deixou de ser um luxo e se tornou um imperativo estratégico. No entanto, muitos ainda cometem o erro de enxergar a construção de uma marca como um exercício puramente criativo […]

O post A Importância da Pesquisa no Desenvolvimento de Marcas apareceu primeiro em Branding & Digital.

]]>
A Importância da Pesquisa no Desenvolvimento de Marcas

Em um mercado saturado e hiperconectado, onde a atenção do consumidor é um recurso escasso, o Branding deixou de ser um luxo e se tornou um imperativo estratégico. No entanto, muitos ainda cometem o erro de enxergar a construção de uma marca como um exercício puramente criativo ou visual. Como profissional da área, reafirmo: o pilar mais sólido e, muitas vezes, invisível do sucesso de uma marca é a Pesquisa.

A pesquisa é a bússola que impede a marca de naufragar em mares de suposições e achismos. Sem dados concretos, o desenvolvimento da marca se transforma em uma aposta arriscada. O design de logotipo, o tom de voz, o posicionamento e até mesmo a escolha dos canais de comunicação – tudo se baseia em premissas que, se não validadas, podem desviar todo o investimento.

Uma pesquisa robusta no Branding não se limita a saber o tamanho do mercado. Ela busca um conhecimento profundo em três frentes cruciais:

O Público-Alvo (A Voz do Consumidor): Quem é, o que pensa, quais são suas dores, desejos e, crucialmente, como ele se relaciona com a categoria de produtos ou serviços que a marca oferece? Pesquisas de persona, comportamento de compra e insights emocionais são vitais. É aqui que descobrimos o que realmente gera conexão e fidelidade, transformando clientes em defensores da marca (Brand Advocates).

O Cenário Competitivo (O Jogo do Posicionamento): Onde os concorrentes estão fortes? Quais lacunas eles deixam? O que a sua marca pode oferecer de forma singular e relevante que o público valoriza e que a concorrência não entrega? A pesquisa de posicionamento define o diferencial irrefutável que permite à marca reivindicar um espaço único na mente do consumidor.

A Cultura e as Tendências (O Contexto em Evolução): O mundo muda rapidamente. Pesquisas de tendências de mercado e comportamento social garantem que a marca seja relevante e à prova de obsolescência. Uma marca que não se adapta perde a ressonância cultural, tornando-se rapidamente um artefato do passado.

Da Informação à Ação Estratégica

A informação colhida se traduz em clareza estratégica. Ela direciona a definição da Identidade da Marca:

  • Propósito e Valores: A pesquisa ajuda a articular um propósito autêntico, alinhado com o que o público espera da marca.
  • Tom de Voz e Mensagem: Garante que a comunicação seja feita na linguagem e nos canais mais eficazes.
  • Atributos e Personalidade: Permite moldar uma personalidade de marca coerente, que gere empatia e identificação.

Em suma, a pesquisa transforma a incerteza em convicção. Ela valida que cada elemento da marca – do nome ao serviço de atendimento – está trabalhando em uníssono para cumprir a promessa feita ao consumidor. Investir em pesquisa não é um custo, é a proteção de um ativo intangível valiosíssimo. É garantir que a marca não seja apenas bonita, mas sim estratégica, relevante e, acima de tudo, eficaz na construção de valor a longo prazo.

Não comece a criar; comece a entender. A longevidade da sua marca depende disso.

Artigo escrito por Marcos Le Pera, que também é mergulhador e navegador.

O post A Importância da Pesquisa no Desenvolvimento de Marcas apareceu primeiro em Branding & Digital.

]]>
https://lepera.com.br/2025/10/21/a-importancia-da-pesquisa-no-desenvolvimento-de-marcas/feed/ 0
TikTok é lugar de construção de marca e conversão https://lepera.com.br/2025/10/06/tiktok-e-lugar-de-construcao-de-marca-e-conversao/ https://lepera.com.br/2025/10/06/tiktok-e-lugar-de-construcao-de-marca-e-conversao/#respond Mon, 06 Oct 2025 22:42:48 +0000 https://lepera.com.br/?p=3379 TikTok é lugar de construção de marca e conversão Se você ainda pensa que o TikTok é a plataforma das dancinhas da Gen Z, está na hora de revisar essa percepção. O TikTok já se consolidou como um ecossistema de descoberta, entretenimento e conexão entre marcas e consumidores de diferentes gerações, e as empresas que […]

O post TikTok é lugar de construção de marca e conversão apareceu primeiro em Branding & Digital.

]]>
TikTok é lugar de construção de marca e conversão

Se você ainda pensa que o TikTok é a plataforma das dancinhas da Gen Z, está na hora de revisar essa percepção. O TikTok já se consolidou como um ecossistema de descoberta, entretenimento e conexão entre marcas e consumidores de diferentes gerações, e as empresas que compreenderam essa transformação estão colhendo resultados impressionantes.

 

Algoritmo que entende de gente e de marcas

Um dos diferenciais do TikTok está na forma como seu algoritmo identifica e conecta interesses. Diferente de outras plataformas que priorizam conexões sociais, o TikTok funciona como um mecanismo de descoberta baseado em comportamento. Cada interação, como tempo de visualização, engajamento, compartilhamentos, alimenta um sistema que aprende continuamente sobre as preferências do usuário.

Para marcas, isso significa uma oportunidade única: não é necessário ter milhões de seguidores para alcançar o público certo. Um vídeo relevante pode viralizar organicamente se for relevante para os interesses da comunidade, democratizando o acesso à visibilidade.

 

Nova linguagem visual

As marcas bem-sucedidas na plataforma entenderam que o público do TikTok não quer propaganda tradicional: quer histórias, tutoriais, bastidores, humor e conexão humana. 

E a forma como as marcas se comunicam visualmente também mudou. O conteúdo altamente produzido e aspiracional típico de outras plataformas, cede espaço para narrativas mais reais, onde o conteúdo deve entreter ou ensinar primeiro e vender depois.

 

Shop e Creators

O lançamento e expansão do TikTok Shop transformou a plataforma em um ecossistema completo de social commerce. O TikTok Shop permite que marcas e creators dialoguem, integrando produtos diretamente nos vídeos através de demonstrações, reviews honestos e experiências de uso real. O user-generated content (UGC) deixou de ser uma estratégia complementar para se tornar o coração de campanhas de sucesso.

E não é por acaso: 64% dos usuários do TikTok afirmam que comprariam um produto após assistir a um conteúdo criado por influenciadores na plataforma.

Marcas como Insider, Granado e Riachuelo já comprovaram no mercado brasileiro que conteúdo de creators geram aumentos significativos em awareness, intenção de compra e conversão real.

 

Mito geracional

Embora a Gen Z seja de fato uma presença forte no TikTok, os dados revelam uma realidade mais heterogênea: Millennials já representam uma parcela significativa da base de usuários e demonstram alta propensão a engajamento e conversão.

Mais interessante ainda é notar que gerações mais maduras estão migrando para a plataforma. O comportamento de busca mudou: a Gen Z já usa o TikTok como mecanismo de pesquisa para tópicos dinâmicos, e os Millennials seguem essa tendência. O que antes era uma consulta ao Google agora pode ser uma busca por um vídeo explicativo de 60 segundos no TikTok.

 

O TikTok representa uma mudança fundamental na forma como marcas se conectam com consumidores, participando de conversas e trends, co-criando com a comunidade e oferecendo valor por meio de conteúdo.

A habilidade de interpretar tendências e reagir em tempo real pode ser o fator diferenciador entre marcas que se destacam na plataforma. 

O universo do TikTok está aberto para exploração e a questão não é mais se sua marca deveria estar lá, mas como ela pode fazer parte dessa conversa de forma relevante.

 

Artigo escrito pela Stefania Ricciulli é Head de Branding da Le Pera

O post TikTok é lugar de construção de marca e conversão apareceu primeiro em Branding & Digital.

]]>
https://lepera.com.br/2025/10/06/tiktok-e-lugar-de-construcao-de-marca-e-conversao/feed/ 0
Branding Performance https://lepera.com.br/2025/09/25/branding-performance/ https://lepera.com.br/2025/09/25/branding-performance/#respond Thu, 25 Sep 2025 15:57:52 +0000 https://lepera.com.br/?p=3374 Branding Performance. Propósito e Resultado podem andar de mãos dadas? Por muito tempo, o marketing se dividiu em duas vertentes aparentemente opostas: o Branding, focado na construção de marca, no relacionamento e na percepção de valor a longo prazo; e a Performance, dedicada à mensuração, otimização e conversão em tempo real. No entanto, o mercado […]

O post Branding Performance apareceu primeiro em Branding & Digital.

]]>
Branding Performance.

Propósito e Resultado podem andar de mãos dadas?

Por muito tempo, o marketing se dividiu em duas vertentes aparentemente opostas: o Branding, focado na construção de marca, no relacionamento e na percepção de valor a longo prazo; e a Performance, dedicada à mensuração, otimização e conversão em tempo real. No entanto, o mercado de hoje exige o fim dessa dicotomia. A resposta para o crescimento sustentável e lucrativo reside em uma única filosofia: Branding Performance, ou Brandformance, como alguns estão chamando. Este não é apenas um termo da moda, mas uma abordagem estratégica que reconhece a verdade fundamental do marketing digital: uma marca forte é, por si só, a mais poderosa ferramenta de performance.

O Branding Performance é o casamento entre o propósito e o resultado. É a convicção de que cada clique, cada visualização de um anúncio e cada conversão não deve apenas gerar uma venda, mas também reforçar a identidade e os valores da sua marca. Quando um consumidor interage com sua empresa, ele não diferencia a campanha de um clique do conteúdo institucional; para ele, tudo é a marca. Portanto, a consistência se torna a métrica mais valiosa.

A performance da sua marca influencia diretamente a performance dos seus anúncios. Pense bem: um cliente que já conhece e confia em sua marca tende a ter um custo de aquisição (CAC) mais baixo e um valor de vida útil (LTV) significativamente maior. Ele não precisa ser convencido do zero a cada nova interação. A “prova social” construída pelo branding — o reconhecimento da marca, as recomendações e a percepção de qualidade — atua como um acelerador silencioso que otimiza cada real investido em mídia paga.

Além disso, campanhas de performance desassociadas do branding podem gerar resultados imediatos, mas a que custo? Elas podem atrair um cliente que nunca irá se fidelizar ou que sequer entende o que sua marca representa. Esse tipo de relacionamento é superficial e, no longo prazo, insustentável.

O que aprendemos na Le Pera é que qualquer peça de marketing, seja um anúncio no Instagram ou um vídeo no YouTube, precisam carregar a essência visual e a voz da sua marca. A mensagem deve ser clara, inspiradora e, ao mesmo tempo, conter uma chamada para ação (CTA) que motive o usuário a agir. O Branding dá o “porquê”, e a Performance dá o “como”.

O Branding não se baseia apenas na intuição. Usamos dados de comportamento, ferramentas de social listening e estudos de brand lift para entender a percepção da marca. Analisamos não só as taxas de clique e conversão, mas também o sentimento do público em relação à sua marca. 

Branding eficaz atua no topo do funil, criando consciência e desejo, a performance o encontra no meio e no fundo, convertendo esse desejo em ação. No entanto, essa jornada não é linear. Um anúncio de performance pode ser o primeiro contato de um cliente com sua marca. Por isso, todas as peças devem ter a mesma excelência e consistência.

Em um mercado saturado de informações e onde a atenção é o ativo mais valioso, o Branding Performance não é uma escolha, mas uma necessidade. Marcas que investem apenas em performance correm o risco de se tornarem commodities, facilmente substituíveis. Já aquelas que integram sua essência com a busca por resultados, garantem que cada venda não seja apenas um número, mas um tijolo na construção de uma marca sólida, reconhecida e, acima de tudo, valorizada.

O futuro do marketing reside na harmonização de propósito e resultado. É tempo de parar de escolher entre a marca e a performance, e começar a enxergá-las como duas faces da mesma moeda.

Marcos Le Pera fundou a Le Pera, é mergulhador profissional e Navegador Mestre.

Artigo escrito pela inteligência artificial sob a supervisão de Marcos Le Pera.

O post Branding Performance apareceu primeiro em Branding & Digital.

]]>
https://lepera.com.br/2025/09/25/branding-performance/feed/ 0
Cultura de Marca o Ativo Intangível que Governa o Jogo dos Negócios https://lepera.com.br/2025/09/08/cultura-de-marca-o-ativo-intangivel-que-governa-o-jogo-dos-negocios/ https://lepera.com.br/2025/09/08/cultura-de-marca-o-ativo-intangivel-que-governa-o-jogo-dos-negocios/#respond Mon, 08 Sep 2025 21:48:38 +0000 https://lepera.com.br/?p=3367 Cultura de Marca, o Ativo Intangível que Governa o Jogo dos Negócios Em um mercado hipersaturado, onde produtos são comoditizados em meses e inovações disruptivas são rapidamente replicadas, a busca por uma diferenciação sustentável tornou-se o Santo Graal para líderes e estrategistas. Por décadas, o foco esteve no aprimoramento do produto, na otimização da logística […]

O post Cultura de Marca o Ativo Intangível que Governa o Jogo dos Negócios apareceu primeiro em Branding & Digital.

]]>
Cultura de Marca, o Ativo Intangível que Governa o Jogo dos Negócios

Em um mercado hipersaturado, onde produtos são comoditizados em meses e inovações disruptivas são rapidamente replicadas, a busca por uma diferenciação sustentável tornou-se o Santo Graal para líderes e estrategistas. Por décadas, o foco esteve no aprimoramento do produto, na otimização da logística ou na criatividade da comunicação. Essas ainda são alavancas cruciais, mas hoje, são apenas o preço de entrada no jogo. A fronteira final, o verdadeiro fosso competitivo que separa as marcas icônicas das meramente existentes, é a cultura de marca.

Muitos ainda confundem o conceito, relegando-o a uma função do RH ou resumindo-o a benefícios superficiais como escritórios descolados e happy hours. Isso é um erro estratégico primário. Cultura de marca não é sobre o que a empresa oferece aos seus colaboradores; é sobre como a organização se comporta coletivamente na busca de seu propósito. É a intersecção simbiótica entre a promessa da marca (o que dizemos ao mundo) e a cultura corporativa (o que fazemos internamente). É a verdade operacional de uma empresa, a manifestação viva de seus valores, crenças e princípios.

 

Cultura de Marca é sobre como a organização se comporta coletivamente na busca de seu propósito.

 

A sua importância transcende o discurso motivacional. Ela é um ativo de negócio com impacto direto e mensurável em três pilares fundamentais:

  1. Consistência e Autenticidade: A cultura é o sistema operacional que garante que a experiência da marca seja consistente em todos os pontos de contato. Quando a equipe de engenharia, o time de vendas e o atendente do SAC compartilham o mesmo DNA cultural, as decisões tomadas em cada um desses silos convergem para reforçar a mesma promessa de marca. O cliente não interage com um departamento; ele interage com uma cultura. Essa consistência gera a percepção de autenticidade, o alicerce da confiança e da lealdade do consumidor moderno, que é cético por natureza e exímio em detectar a dissonância entre o discurso e a prática.
  2. Atração e Retenção de Talentos (como Vetor da Marca): Os melhores profissionais do mercado não buscam apenas um salário; eles buscam um propósito e um ambiente onde seus valores se conectem com os da organização. Uma cultura de marca forte e clara atua como um poderoso filtro e ímã de talentos. Ela atrai pessoas que não apenas são tecnicamente competentes, mas que serão embaixadores naturais da marca. Colaboradores que vivem a cultura se tornam os seus defensores mais apaixonados e críveis, transformando o engajamento interno em uma poderosa ferramenta de advocacy externo.

 

A Cultura de Marca é sobre atrair pessoas que não apenas são tecnicamente competentes, mas que serão embaixadores naturais da marca. 

 

  1. Resiliência e Inovação: Mercados mudam, crises acontecem. O que ancora uma empresa durante a turbulência não é seu último slogan, mas a força de sua cultura. Uma cultura coesa, fundamentada em um propósito claro, fornece a clareza e o alinhamento necessários para navegar na incerteza com agilidade e resiliência. Além disso, uma cultura que incentiva a segurança psicológica, a colaboração e a tomada de risco calculada – sempre dentro dos limites dos valores da marca – é o terreno mais fértil para a inovação genuína. A inovação deixa de ser um projeto isolado para se tornar um comportamento emergente e contínuo da organização.

Construir e nutrir uma cultura de marca não é uma iniciativa pontual, mas uma disciplina de gestão contínua. Exige que a liderança seja a sua personificação máxima, que os rituais, processos e sistemas de recompensa da empresa sejam desenhados para reforçar os comportamentos desejados, e que a comunicação interna seja tratada com o mesmo rigor estratégico da comunicação externa.

Em suma, enquanto muitas empresas se esgotam na batalha por atenção no exterior, as organizações mais visionárias entendem que a guerra pela relevância é vencida de dentro para fora. Elas não apenas têm uma marca; elas são a marca. E nesse novo paradigma, a cultura não é apenas uma parte da estratégia. A cultura é a estratégia.

Artigo escrito pela inteligência artificial sob a supervisão de Marcos Le Pera.

O post Cultura de Marca o Ativo Intangível que Governa o Jogo dos Negócios apareceu primeiro em Branding & Digital.

]]>
https://lepera.com.br/2025/09/08/cultura-de-marca-o-ativo-intangivel-que-governa-o-jogo-dos-negocios/feed/ 0
Bem vindos a era do desbranding https://lepera.com.br/2025/08/25/bem-vindos-a-era-do-desbranding/ https://lepera.com.br/2025/08/25/bem-vindos-a-era-do-desbranding/#respond Mon, 25 Aug 2025 20:11:41 +0000 https://lepera.com.br/?p=3356 Bem vindos a era do “desbranding” Em um cenário digital cada vez mais saturado, a busca por relevância e monetização tem levado alguns influenciadores a adotarem estratégias de branding pessoal baseadas em maus exemplos, ganância e uma ostentação vazia. O resultado é a erosão da confiança do público e a implosão de carreiras que, um […]

O post Bem vindos a era do desbranding apareceu primeiro em Branding & Digital.

]]>
Bem vindos a era do “desbranding”

Em um cenário digital cada vez mais saturado, a busca por relevância e monetização tem levado alguns influenciadores a adotarem estratégias de branding pessoal baseadas em maus exemplos, ganância e uma ostentação vazia. O resultado é a erosão da confiança do público e a implosão de carreiras que, um dia, pareceram promissoras.

A era dos influenciadores digitais inaugurou uma nova faceta do marketing e da construção de marcas. No início, a autenticidade era a moeda de troca: indivíduos comuns que, ao compartilharem suas paixões e rotinas, conquistavam a confiança de um público fiel. Essa confiança, por sua vez, era o ativo mais valioso de suas marcas pessoais, atraindo parcerias e contratos publicitários. Contudo, nos últimos anos, um movimento contrário tem sido observado, onde a essência dá lugar à aparência e o conteúdo de valor é ofuscado pela busca incessante por lucro e status.

Essa nova abordagem, centrada na ostentação de uma vida luxuosa, na promoção de produtos e serviços de procedência duvidosa e em comportamentos questionáveis, tem se mostrado um tiro no pé para muitos. A ganância, manifestada na divulgação de esquemas de enriquecimento rápido, como os famigerados “jogos de azar online”, e na aceitação de publicidade a qualquer custo, sem um filtro ético, tem arranhado a imagem de personalidades antes tidas como referência.

Eu apelidei isso de “desbranding”. Essas posturas expõem a fragilidade de marcas pessoais construídas sobre a exploração da ingenuidade de seus seguidores. Acusações de exploração de menores e a exposição de comportamentos inadequados em redes sociais também se somam a uma lista crescente de escândalos que abalam a credibilidade do setor.

Marcas sérias, cada vez mais atentas aos riscos reputacionais, afastam-se de personalidades envolvidas em controvérsias, temendo a associação de seus produtos a imagens negativas. O “cancelamento” virtual, muitas vezes, transcende as redes sociais, resultando em investigações criminais e perdas financeiras significativas.

Importante entender que a crise de credibilidade não se restringe aos indivíduos, mas contamina todo o ecossistema do marketing de influência. O público, cada vez mais cético, passa a questionar a veracidade das recomendações e o real propósito por trás de cada “publipost”. A superexposição a um estilo de vida inatingível, financiado por práticas duvidosas, gera um sentimento de frustração e desconfiança, minando a base sobre a qual a relação influenciador-seguidor foi originalmente construída.

As próprias plataformas de mídia social, que por muito tempo foram o palco para essa ostentação desenfreada, começam a ser pressionadas a adotar medidas mais rígidas de controle e moderação de conteúdo. A responsabilidade sobre o impacto social do que é promovido em seus feeds torna-se um debate inadiável.

O futuro do branding pessoal no universo digital dependerá de um resgate da autenticidade e da responsabilidade. Os influenciadores que prosperarão a longo prazo serão aqueles que compreenderem que uma marca pessoal sólida não se sustenta apenas em números de seguidores ou em uma estética impecável, mas sim em valores, transparência e no respeito à inteligência e à confiança de sua audiência. A era da ostentação como sinônimo de sucesso parece estar com os dias contados, dando lugar a uma demanda por influenciadores que, de fato, influenciem positivamente.

Para finalizar, ressalto a postura ética do Whindersson Nunes, com sua série “Raízes”, mostrando suas origens e valores pessoais.

Artigo escrito pela inteligência artificial sob a supervisão de Marcos Le Pera.

O post Bem vindos a era do desbranding apareceu primeiro em Branding & Digital.

]]>
https://lepera.com.br/2025/08/25/bem-vindos-a-era-do-desbranding/feed/ 0
Como Valorar uma Marca https://lepera.com.br/2025/08/11/como-valorar-uma-marca/ https://lepera.com.br/2025/08/11/como-valorar-uma-marca/#respond Mon, 11 Aug 2025 15:50:05 +0000 https://lepera.com.br/?p=3352 Como Valorar uma Marca. A Arte de Medir o Imensurável Valorar uma marca é, antes de tudo, compreender que ela vai muito além de um logotipo ou de uma campanha publicitária. Marca é um ativo intangível, porém estratégico, que sintetiza percepção, reputação, promessa e experiência. Ao medir seu valor, estamos tentando quantificar o resultado de […]

O post Como Valorar uma Marca apareceu primeiro em Branding & Digital.

]]>
Como Valorar uma Marca. A Arte de Medir o Imensurável

Valorar uma marca é, antes de tudo, compreender que ela vai muito além de um logotipo ou de uma campanha publicitária. Marca é um ativo intangível, porém estratégico, que sintetiza percepção, reputação, promessa e experiência. Ao medir seu valor, estamos tentando quantificar o resultado de anos – às vezes décadas – de interações, investimentos e posicionamento consistentes.

Existem três abordagens principais para valoração: financeira, de mercado e baseada em percepção. A primeira se concentra no fluxo de caixa futuro que a marca é capaz de gerar, descontando riscos e taxas. É o método mais usado em fusões e aquisições, pois traduz reputação em números concretos. A segunda analisa a marca frente a concorrentes diretos, observando participação de mercado, fatia de mind share e elasticidade de preço. Já a terceira, mais subjetiva, mede atributos emocionais e simbólicos, como confiança, afinidade e lembrança espontânea, frequentemente obtidos por pesquisas qualitativas e quantitativas.

No branding, a valoração precisa integrar indicadores tangíveis e intangíveis. Uma marca forte é aquela que, mesmo diante de crises, mantém sua relevância, preço premium e lealdade. Para isso, é fundamental avaliar KPIs como Net Promoter Score, Brand Equity, Share of Voice e consistência da identidade visual e verbal. Além disso, o alinhamento entre propósito e prática tornou-se um fator determinante: consumidores recompensam marcas autênticas e penalizam aquelas cujo discurso não se traduz em ação.

Por fim, valorar uma marca não é apenas um exercício contábil — é um diagnóstico estratégico. O número encontrado não representa apenas “quanto vale vender”, mas também quanto vale manter e fortalecer. Afinal, marcas sólidas não são criadas apenas para o próximo trimestre, mas para resistirem ao teste do tempo.

Artigo escrito pela inteligência artificial sob a supervisão de Marcos Le Pera.

O post Como Valorar uma Marca apareceu primeiro em Branding & Digital.

]]>
https://lepera.com.br/2025/08/11/como-valorar-uma-marca/feed/ 0
Branding Modo de Fazer https://lepera.com.br/2025/07/28/branding-modo-de-fazer/ https://lepera.com.br/2025/07/28/branding-modo-de-fazer/#respond Mon, 28 Jul 2025 21:04:24 +0000 https://lepera.com.br/?p=3343 Branding Modo de Fazer Como especialista em branding, sou frequentemente confrontado com a busca por uma fórmula mágica, um mapa do tesouro que leve diretamente ao sucesso de uma marca. A pergunta que ecoa em muitas salas de reunião é: existe um único caminho, uma única metodologia para construir uma marca forte e ressonante? A […]

O post Branding Modo de Fazer apareceu primeiro em Branding & Digital.

]]>
Branding Modo de Fazer

Como especialista em branding, sou frequentemente confrontado com a busca por uma fórmula mágica, um mapa do tesouro que leve diretamente ao sucesso de uma marca.

A pergunta que ecoa em muitas salas de reunião é: existe um único caminho, uma única metodologia para construir uma marca forte e ressonante? A resposta, inequívoca e libertadora, é não. A crença em uma única forma de construir uma marca não é apenas limitante, mas também perigosamente ingênua em um mundo caracterizado pela diversidade de mercados, culturas e, acima de tudo, pessoas.

A construção de uma marca, ou branding, é um processo multifacetado e dinâmico, uma confluência de estratégia, criatividade e timing. Pensar que um único modelo se aplicaria a uma startup de tecnologia no Vale do Silício, a uma marca de moda de luxo em Paris e a uma empresa familiar de alimentos no interior do Brasil é ignorar a própria essência do que torna uma marca relevante: sua capacidade de se conectar autenticamente com um público específico em um contexto particular.

Historicamente, o modelo predominante de construção de marca era o “top-down”, impulsionado por grandes investimentos em publicidade massiva. Empresas com orçamentos vultosos ditavam a narrativa, moldando a percepção do consumidor através de campanhas televisivas, anúncios impressos e jingles memoráveis. Esse método, embora ainda possua sua validade em certos cenários, baseia-se na premissa de que a marca é uma entidade que transmite uma mensagem unilateral para uma audiência passiva. Ele funcionou em uma era de menos canais de comunicação e maior deferência às grandes corporações.

No entanto, a paisagem contemporânea exige abordagens muito mais disruptivas. Uma das alternativas mais poderosas é a construção de marca “bottom-up”, ou seja, de baixo para cima. Nesse modelo, a marca é co-criada com sua comunidade. Ela nasce e cresce a partir das conversas, dos valores e das paixões de seus primeiros adeptos. Marcas que florescem em subculturas, que são abraçadas por influenciadores orgânicos e que constroem uma base de fãs leais antes mesmo de investir em marketing tradicional são exemplos perfeitos disso. Elas não impõem uma identidade; elas a descobrem e a cultivam em colaboração com seu público. O foco aqui não está no alcance, mas na profundidade e na autenticidade da conexão.

Outra via fascinante é a construção de marcas através da experiência. Em vez de simplesmente comunicar uma promessa, essas marcas a entregam de forma tangível em cada ponto de contato. Desde a interface intuitiva de um aplicativo até a embalagem de um produto, o atendimento ao cliente e o ambiente de uma loja física, cada interação é meticulosamente desenhada para reforçar os valores e a personalidade da marca. A reputação não é construída sobre o que a marca diz, mas sobre o que ela consistentemente faz. O branding, neste caso, é menos sobre publicidade e mais sobre design de serviço e inovação de produto.

Temos também as marcas que se erguem sobre um propósito inabalável. Elas não vendem apenas um produto ou serviço; elas vendem uma missão, uma visão de mundo. Ao se alinharem a causas sociais ou ambientais e ao demonstrarem um compromisso genuíno com a mudança, essas marcas atraem consumidores que não buscam apenas uma transação comercial, mas uma forma de expressar seus próprios valores. A lealdade, aqui, transcende a funcionalidade do produto e se torna uma afiliação ideológica. A construção da marca é um ato de ativismo.

Portanto, a tarefa de um profissional de branding não é aplicar uma fórmula pré-fabricada, mas sim atuar como um arquiteto sensível e um estrategista adaptável. É preciso diagnosticar o contexto, entender a alma do negócio, identificar a tribo a quem a marca pertence e, então, escolher e mesclar as ferramentas e abordagens mais adequadas. A construção pode ser liderada pelo produto, pela comunidade, pela comunicação, pela experiência ou pelo propósito. Na maioria das vezes, as marcas mais bem-sucedidas orquestram uma sinfonia harmoniosa entre vários desses elementos.

Insistir que existe apenas uma forma de construir uma marca é como dizer que existe apenas uma forma de criar arte ou de contar uma história. A beleza e a eficácia do branding residem precisamente em sua infinita flexibilidade e em sua capacidade de refletir a complexidade e a criatividade humanas. Não há um caminho único, mas sim um vasto território de possibilidades esperando para ser explorado com coragem, empatia e originalidade.

Aqui na Le Pera, temos uma metodologia de 6 passos que englobam: pesquisa, alma, diálogo, design, plano tático e cultura de marca. Este método aplicado da forma correta resolve 99% dos desafios de construção de marca, mas me orgulho de ter junto ao meu time de branding um olhar de que podemos fazer diferente a qualquer momento, incluindo, dinamizando ou suprimindo etapas e subetapas. Branding é dinâmico, nunca esqueça.

 

Marcos Le Pera é um contador de histórias das marcas há 45 anos.

O post Branding Modo de Fazer apareceu primeiro em Branding & Digital.

]]>
https://lepera.com.br/2025/07/28/branding-modo-de-fazer/feed/ 0
Branding se refere ao porquê e não ao o quê https://lepera.com.br/2025/07/14/branding-se-refere-ao-porque-e-nao-ao-o-que/ https://lepera.com.br/2025/07/14/branding-se-refere-ao-porque-e-nao-ao-o-que/#respond Mon, 14 Jul 2025 15:28:31 +0000 https://lepera.com.br/?p=3339 Branding se refere ao porquê e não ao o quê Muito se fala em branding como um conjunto de símbolos, nomes e logotipos que identificam produtos ou serviços no mercado. Porém, esse entendimento é superficial. Branding vai muito além do que uma marca faz ou vende; ele se refere, essencialmente, ao seu porquê — à […]

O post Branding se refere ao porquê e não ao o quê apareceu primeiro em Branding & Digital.

]]>
Branding se refere ao porquê e não ao o quê

Muito se fala em branding como um conjunto de símbolos, nomes e logotipos que identificam produtos ou serviços no mercado. Porém, esse entendimento é superficial. Branding vai muito além do que uma marca faz ou vende; ele se refere, essencialmente, ao seu porquê — à razão de existir que conecta a organização com as pessoas em um nível emocional e duradouro. É o que Simon Sinek popularizou em seu círculo dourado: empresas inspiradoras começam pelo “porquê”, depois definem o “como” e, por fim, o “o quê”.


O porquê é o propósito, o sentido maior que faz a marca ter relevância no mundo. Marcas fortes não competem apenas por atributos funcionais ou diferenciais técnicos. Elas criam movimentos, narrativas e comunidades porque sabem responder a uma pergunta poderosa: “Por que fazemos o que fazemos?”. Essa clareza de propósito faz com que colaboradores vistam a camisa, clientes se tornem fãs e investidores acreditem no futuro.


O o quê — produtos, serviços, embalagens, preços — é apenas uma expressão tangível do porquê. É como se fosse o corpo que dá forma a uma alma. Quando o propósito é autêntico, tudo se alinha: identidade visual, tom de voz, experiências de marca e inovação. Empresas como Apple, Nike ou Natura são exemplos clássicos: seus produtos mudam, mas a essência permanece. O valor que entregam transcende o material.


No Brasil, ainda vemos muitas marcas que focam apenas no “o quê”: catálogo de produtos, tabelas de preços, especificações técnicas. E se esquecem de nutrir o “porquê”. O resultado são marcas frágeis, facilmente substituíveis, reféns de promoções e da guerra por preço. O branding estratégico, por outro lado, constrói relevância e diferenciação no longo prazo, com base em propósito, valores e uma história que faz sentido.


Portanto, marcas que começam pelo “porquê” inspiram, engajam e cultivam lealdade. O consumidor de hoje — cada vez mais consciente e conectado — busca significado em suas escolhas. Ele quer se identificar com causas, valores e narrativas que ressoem com quem ele é ou deseja ser. Se sua marca não tem um “porquê” claro, ela é apenas mais uma.
Em suma, branding não é sobre “o que você vende”, mas sobre “o que você defende”. É a ponte entre o coração da organização e o coração das pessoas. Marcas que sabem quem são e por que existem não vendem apenas produtos: elas transformam realidades. E isso, no fim das contas, é o que faz toda a diferença.

MLP apoiado por Gemini

O post Branding se refere ao porquê e não ao o quê apareceu primeiro em Branding & Digital.

]]>
https://lepera.com.br/2025/07/14/branding-se-refere-ao-porque-e-nao-ao-o-que/feed/ 0